MEDICAMENTOS ESTÃO MAIS CAROS
Os medicamentos comparticipados estão mais caros desde o dia 1 de Outubro com a entrada em vigor do novo regime de comparticipação dos medicamentos. Subiram de preço para o utente consumidor.
Estão divididos por grupos de substâncias que mudam de escalão B para o C e por isso deixaram de ser comparticipados a 69 por cento os antiácidos, os antiulcerosos e os anti-inflamatórios não esteróides. Entre estes, encontram-se o Omeprazol, para as úlceras e dores de estômago e o Ibuprofeno, para as dores ligeiras. O consumidor fica ainda com encargos acrescidos em muitos outros medicamentos agora menos comparticipados e que em muitos casos passa a suportar em cerca de 63 por cento que é mais do que metade do respectivo preço ao público.
BANCOS RETIRAM CLÁUSULAS ABUSIVAS
Pela denúncia e movimentação de Associações de Defesa dos Consumidores e após intervenção, alguns Bancos já retiraram cláusulas abusivas dos novos contratos de crédito à Habitação cujas consequências eram a de lhes permitir, sem prévio acordo dos seus clientes, aumentar o spread e ainda outros custos pela tentativa de justificação se centrarem nas flutuações do mercado.
A decisão que levou à retirada dos Bancos foi tomada após a intervenção da Direcção Geral do Consumidor que os confrontou com a possibilidade de vir a legislar no sentido de defesa dos consumidores não obstante o Banco de Portugal as ter considerado válidas. No entanto devemos de estar atentos a outras possíveis ofensivas futuras e confrontar sempre as condições com as de outros Bancos na busca de melhores condições para nós.
ELECTRICIDADE VAI SUBIR EM 2011
Já foi comunicado publicamente que o preço da electricidade vai subir em um por cento já em Janeiro de 2011. O Governo criou um novo imposto encapotado porque virá incluído na factura e no custo da energia eléctrica, será para compensar as centrais eléctricas não renováveis, pelo custo de estas terem que garantir os volumes de fornecimento de electricidade a qualquer hora e dentro do mercado liberalizado.
Estas novas tarifas vêm onerar o já muito depauperado orçamento familiar, pelo que devemos de melhorar o nosso consumo reduzindo-o onde for possível.
Lembramos que já publicámos em artigos anteriores, algumas dicas em como poupar com medidas concretas como a de usar lâmpadas mais economizadoras e ter por preocupação de melhorar nos nossos equipamentos eléctricos.