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Nas férias cuidados acrescidos

Atenção às burlas com casas de férias

Estão a chegar queixas às autoridades de pessoas que arrendaram casas de férias principalmente na zona do Algarve realizados a partir da Internet e dos anúncios em jornais, sendo que, na realidade, os consumidores são depois confrontados com moradas que não existem nem os contactos por via telefone são verdadeiros. Isto acontece depois de já terem sido pagos os sinais dos alojamentos.

É por isso necessário ter cuidados quando se arrendam alojamentos à distância sem serem conhecidos. Atenção especial quando é dado a preços muito convenientes apesar do argumento que é pelo motivo da presente crise.

Assim, sempre que se pretender alugar um alojamento antes de qualquer pagamento deve-se exigir do interlocutor o seu nome completo, morada e telefone fixo. Atenção que o móvel ou o endereço e-mail só por si não chegam. Depois procurar certificarem-se junto das autoridades locais as moradas que nos foram indicadas se existem mesmo.

O IVA aumentou

Todas as taxas de IVA pagas pelos consumidores aumentaram no dia 1 de Julho. Tomemos isso em conta porque as férias serão mais magras, as viagens mais caras assim como as refeições, etc. Sobretudo nos restaurantes onde normalmente não está mencionado o valor do IVA a taxa poderá fazer-se com arredondamentos para cima, cabendo ao consumidor saber confrontar antecipadamente os preços e assim podendo ajudar a poupar dinheiro especialmente quando sai com a família toda.

Cuidado na crise com cartões de crédito

Muitos dias tem o mês, mas o crédito não nos dá mais ordenado. Vem isto a propósito de os bancos nos aliciarem a possuir um cartão de crédito que quando o usamos despreocupadamente pagamos juros caros.

Agora o Banco Barclays está a contactar consumidores com publicidade em que convida os cidadãos a fornecerem contacto de amigos ou de familiares, colegas de trabalho, dando em troca um desconto por cada cartão de crédito que lhe venha a ser adquirido por esta via.

Atenção, isto pode levar ao aliciamento para a prática do consumo endividado. Agora estamos perante uma grave ilegalidade por ser uma prática comercial desleal e proibida, está associada a um sistema de promoção em pirâmide, em que os consumidores são chamados a dar uma contribuição em troca de uma contrapartida que decorre da entrada de outros consumidores no sistema e viola assim a Lei da protecção de dados pessoais.

Nunca aceite fazer parte e denuncie o caso ao Banco de Portugal ou a qualquer entidade de Defesa dos Consumidores.

 

Quem é
o Consumidor

Considera-se que o consumidor é a pessoa singular que adquire bens ou produtos cujos fins não sejam para uso profissional, é através do estabelecimento de acordos jurídicos com pessoas singulares ou colectivas profissionais, empresas, autarquias locais ou ainda com empresas concessionárias de serviços públicos.


Precariedade

prejudica a qualidade

prejudica o consumidor