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No Verão um consumo mais consciente

Aproxima-se o verão e as férias. É altura de se estar em forma ou fazer por isso. Talvez sem darmos conta somos estimulados através do consumo a contrariar a nossa vontade física de estar em boa forma. É normal neste período de relaxamento exagerar-se na alimentação gorda e consumir-se mais refrigerantes e gelados e por isso mais açúcar criando tendência para engordar um pouquinho mais.

A sociedade actual é constantemente induzida para o consumo mesmo em período de crise assim muitos de nós somos levados a consumir sem ponderar os impactos das nossas escolhas e hábitos. Por vezes quando adquirimos um produto nem pensamos que deveríamos primeiro informar-nos sobre o mesmo.

         Cuidado Com as Vendas Agressivas

         Apresentar falsamente que um determinado produto que é milagroso capaz de fazer emagrecer ou curar doenças ou participar numa excursão, com preço reduzido, método usado para aliciar o consumidor a adquirir bens ou serviços, tais como cartões de férias ou colchões, são práticas usadas para vendas agressivas que devemos ter cuidado.
Estas práticas comerciais são desleais e conduzem à invalidade do contrato, caso seja limitada a vontade e liberdade de decisão do consumidor.

         Pense sempre duas vezes antes de aceitar uma proposta deste tipo. Leia com atenção e atentamente os contratos que lhe propõem e peça uma cópia antes de decidir. Se sentir que está a ser pressionado e não quer o bem ou o serviço não hesite, diga-o claramente e se necessário chame a policia. Se assinar, saiba que tem 14 dias para desistir, sem ter que invocar qualquer motivo.
Em caso de conflito contacte uma entidade de defesa do consumidor, ou um CIAC que existe na maioria das Câmaras Municipais. Procure a mais próxima.    

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Quem é
o Consumidor

Considera-se que o consumidor é a pessoa singular que adquire bens ou produtos cujos fins não sejam para uso profissional, é através do estabelecimento de acordos jurídicos com pessoas singulares ou colectivas profissionais, empresas, autarquias locais ou ainda com empresas concessionárias de serviços públicos.


Precariedade

prejudica a qualidade

prejudica o consumidor