Entrada
Quem Somos
Guia de Direitos
Legislação
Contactos
Links
   
Compras na Net
Precauções
   

 

Defender a vida e a biodiversidade
A crise económica e social da globalização leva-nos a pensar, quase em exclusivo, nas dificuldades do nosso quotidiano, principalmente nas implicações mais próximas, como é o caso da falta de empregos ou a garantia da sustentabilidade. Para as famílias a presente e grave situação leva a esquecer e a sub-valorizar o desenvolvimento sustentável dentro de um quadro que é vivido em plena crise económica e social.

            Quando nós, trabalhadores, reflectimos ou temos mais informação, esta diz-nos que tem que haver preocupação para com o desenvolvimento sustentável que é amplo e interdependente do que a natureza nos dá e do que fazemos. Isto mostra-nos que não podemos ficar só pelos aspectos que nos são mais próximos ou sentidos quer por serem mais mediáticos ou naqueles que nos são mais focados como as questões da guerra ou simplesmente questões de âmbito económico, mexericos sociais, ou desportivos.

            No presente quadro estamos efectivamente confrontados com uma grave crise ambiental como é o caso da rápida alteração das mudanças climáticas, com gravíssimas consequências para o meio ambiente. E também nas consequências de perda de muitos empregos quer pelo esgotamento e escassez de matéria-prima quer pelos encerramentos. Também o é pelo desaparecimento de todo o tipo de espécies dentro do âmbito da biodiversidade que são importantes para haver equilíbrio ambiental. Tudo isto mostra falta de políticas adequadas e insuficientes medidas tomadas a tempo tornando a situação relativamente pouco conhecida apesar de já ter havido alguns avanços, ainda não foi devidamente tida em conta e por isso está pouco divulgada pela comunicação social.

            É perante os nefastos efeitos ambientais e sociais que sentimos cada vez mais o caso das alterações dados na geografia terrestre mudando paisagens e ecossistemas, o desaparecimento de ilhas e de outros locais terrestres devido a desabamentos de terras, inundações e enxurradas e assim como os problemas dos bancos polares em rápido degelo ou a deslocação de peixes e animais para outras paragens para a sua própria sobrevivência vêm demonstrando a perda local de vida de múltiplos organismos. Assim acontece, os animais vão para regiões onde antes seria impensável que pudessem viver ou sentirem-se bem algo está preocupantemente mal ou gravemente doente.

            É através das alterações climáticas que se estão a gerar casos antes inexplicáveis de aparecimento extemporâneo de floração em arbustos e árvores, muitas vezes os seus resultados práticos são perda de frutos ou em casos mais raros na sua sobre-produção não havendo qualquer outra justificação conhecida senão pela via ligada ao meio ambiente mas não no natural pela deficiência tem más consequências como atrasos no nascimento de plantas desequilibrando a sustentabilidade pela morte e extinção de muitos insectos e animais e porque está a gerar a fome especialmente daqueles que mais dependem na vida selvagem.

            A taxa de desaparecimento de vida activa e vegetal é na ordem de três espécies por hora de animais, insectos e plantas, que na sua maioria está intimamente ligada à acção do homem pelo uso e abuso que faz da natureza sem preocupação da sua sustentabilidade poluindo e esgotando os recursos que encontra disponíveis.          

            Infelizmente esta situação necessita de acções imediatas porque existem ameaças muito preocupantes, como novas doenças e epidemias que atingem especialmente os trabalhadores em doenças profissionais. Os sindicatos não devem ficar de fora mas lutar e exigir novas políticas ambientais, sociais e industriais e agrícolas e de recursos marinhos sem pôr em causa o combate à pobreza e ao desemprego e reforçar a defesa da biodiversidade a cujo ano de 2010 foi dedicado pelo organismo especializado da ONU.

            O Desenvolvimento sustentável implica que haja plena coesão social ao nível mundial com respeito sobre todos os seres vivos que são habitantes como nós no comum Planeta Terra. Por isso face ao direito à vida nada nem ninguém tem mais direitos que outros independentemente da região em que vivemos ou nascemos. Saibamos viver em harmonia com a biodiversidade de que fazemos parte anulando possíveis desequilíbrios que existam. Salvemos o lugar que nos dá a vida porque ainda vamos a tempo este é o único planeta conhecido em que podemos viver, amá-lo e protegê-lo para nós e para os milhões de espécies que integram toda a biosfera ainda cheia de mistérios e oportunidades para a vida num futuro mais amigo e sustentado.   

 

 

Quem é
o Consumidor

Considera-se que o consumidor é a pessoa singular que adquire bens ou produtos cujos fins não sejam para uso profissional, é através do estabelecimento de acordos jurídicos com pessoas singulares ou colectivas profissionais, empresas, autarquias locais ou ainda com empresas concessionárias de serviços públicos.


Precariedade

prejudica a qualidade

prejudica o consumidor